O apoio emocional em  tempos de isolamento

A pandemia é um tema importante, pois toda a humanidade está sentindo o quanto parecemos frágeis - e o quanto podemos ser corajosos! Quantos de nós estamos enfrentamento o íntimo de nossos afetos e medos, arregaçando as mangas e fazendo história?


Estamos imersos em um caldeirão de sentimentos e emoções que conflitam entre si, em uma oscilação entre esperança e medo. A possibilidade da vivência de perdas de entes queridos, colegas de trabalho, status social e da vida, trazem de forma concreta, a impotência e a coragem, a vigilância e a solidariedade, a indiferença e a incerteza.


Talvez seja possível traçar um paralelo entre o processo de suicídio e a pandemia. De causas, cenários e perspectivas. Há uma pergunta no ar: será que o número de suicídios vai aumentar durante e depois da pandemia? Não há registros que nos respondam. Podemos compreender que há fatores que podem aumentar o risco de suicídio, predisponentes e precipitantes. No entanto, emergem os fatores protetivos que despertam afetos para aumentar a resiliência e a autoproteção.

Quando se percebe a inquietação das pessoas em face do isolamento, configura-se a situação da solidão como fator predisponente do processo suicidar-se; a instabilidade emocional, a impulsividade agravadas pelos conflitos familiares nesta convivência forçada, a situação financeira por perda de emprego ou trabalho, a agressividade emergente em situações defensivas, o afastamento de atividades sociais como não estar com os amigos, não ir à igreja, não comparecer aos eventos e outras mais.

Contudo, há também os fatores protetores e atitudes que podem minimizar a situação de crise. Receber e dar um telefonema a um amigo ou familiar, assistir lives significativas, descobrir novos talentos, ter ações de solidariedade, falar com alguém, mesmo que um desconhecido, como o voluntário do CVV (Centro de Valorização da Vida), sobre suas dores e sofrimentos e outras formas de cuidado consigo e com o outro, trazem a significância do amor e da valorização da vida. É possível que a resiliência e os fatores protetores ajudem. É possível que não. Mas talvez muitos consigam sair desse período fortalecidos. Nós, do CVV, também estamos também à sua disposição. Se desejar, ligue (51) 3582-3620.


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