NEUROCIÊNCIAS E EDUCAÇÃO: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA NA FORMAÇÃO DOCENTE

A neurociência cognitiva tem como propósito trabalhar as capacidades mentais mais complexas, como a linguagem e memória sendo estes, considerados importantíssimos processos responsáveis pela aquisição de novas informações, que são retidas na memória, a aprendizagem. É através dos mesmos que nos tornamos capazes de orientar o comportamento e o pensamento.


A emoção e motivação influenciam a aprendizagem, podendo estimular a aquisição, a retenção e articulação das informações no cérebro. As informações sobre o tema mente/cérebro têm sido apresentadas de forma superficial, e praticamente sem vínculo com a educação.


Infelizmente, há falta de informações de como nosso cérebro faz o que faz. Muitos professores atribuem assim, a falta de êxito no aprender à falta de capacidade de os alunos realizarem determinados tipos de aprendizagem, que deveriam ser trabalhados de forma compreensiva, levando em conta os alunos e suas particularidades individuais e situacionais, com o acompanhamento da sua evolução no contexto em sala de aula.


Há um questionamento sobre uma interlocução entre neurociência e educação, onde se defende um diálogo criativo entre ambas, tendo como ponto de vista a visão da interferência positiva dos conhecimentos neurocientíficos nas escolas educação, em especial na formação docente. Constata-se que as escolas possuem ainda deficiências consideráveis de profissionais conhecedores desta realidade, que saibam trabalhar adequadamente as dificuldades, necessidades individuais e também coletivas de aprendizagem dos seus alunos.


As experiências em sala de aula estimulam reflexão e procedimentos sobre os pensamentos, sentimentos e ações. Sendo assim, a aprendizagem acontece em forma de um processo reconstrutivo, envolvendo autorreorganização mental e emocional daqueles que interagem neste contexto. O mundo está vivendo consideráveis mudanças, e na sociedade atual o que se busca é o compromisso de profissionais da educação na promoção de situações de aprendizagens fundamentadas em experiências ricas.


A educação deve ser um espaço onde todos tenham a oportunidade de desenvolver suas capacidades, levando em conta o estímulo ao potencial dos estudantes em aprender, oportunizando um melhor desempenho individual diminuindo assim a exclusão social.

*Errata: Na Edição de nº 41 da Revista Cristo é a Vida, na página sobre Educação, o nome do autor do texto fora veiculado de maneira equivocada. A autora do texto é essa que segue acima.

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