Pedagogia Inclusiva

Nos tempos atuais, construir uma escola numa perspectiva inclusiva, é um dos grandes desafios dos sistemas educacionais. Não basta oferecer aos alunos o acesso à escola. É preciso dispor de abertura para abordar técnicas que promovam aprendizagem de qualidade para todos, e que atendam as reais necessidades dos alunos. Na mesma medida, o desafio é pensar a inclusão para além da dimensão da sala de aula, e envolvendo toda a comunidade escolar.


Reconhecer diferenças e adequar condições, para que essas não sejam obstáculo à formação, são ações fundamentais na proposta de educação inclusiva. Alguns exemplos são: linguagem em braile, linguagem dos sinais, falar mais pausadamente e utilizar mais recursos imagéticos.


Como exemplo, podemos citar o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), que é um transtorno neurobiológico que surge na infância. Segundo a Associação Brasileira do Déficit de atenção (ABDA), se apresenta como o transtorno mais comum em crianças e adolescentes.


Consiste em uma desregulação na região cerebral que implica em um foco de atenção prejudicada, no controle comportamentos inadequados, na capacidade de prestar atenção, de memorizar, manter o autocontrole, a organização e o planejamento. Em alguns países inclusivos, como nos Estados Unidos, os portadores são protegidos pela lei, quanto a receberem tratamento diferenciado na escola, já que esse transtorno associa-se a dificuldades no relacionamento com demais crianças, pais e professores.


As crianças são consideradas “avoadas”, “vivendo no mundo da lua”. Isto é, pessoas com o transtorno não conseguem ficar inertes por muito tempo, sendo o ambiente também um fator influenciador em deixá-los mais agitados.


Por fim, é relevante destacar a importância da escola. O diagnóstico de TDAH, em crianças e adolescentes, exige não somente que a criança seja examinada, mas também que seja realizada entrevista com os pais, além de obtenção de informações com a escola, já que os professores normalmente são os primeiros a sugerir que existe possível TDAH em crianças e adolescentes.


Com esses cuidados, é possível realizar um tratamento e acompanhamento cuidadoso, com estratégias diferenciadas de aprendizagem adequadas as especificidades da criança com esse transtorno.

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