Um convite à reflexão

Em tempos de tantos discursos calorosos, inflados de orgulho e ódio por todas as partes, alguns questionamentos são válidos: o que é relevante para ser colocado em pauta? Dos assuntos abordados na atualidade, em qual deles preciso me posicionar? Se eu falar isso, vou gerar vida ou morte em quem ouve? Refletir sobre o tempo em que vivemos é fundamental para igreja.


Existe uma questão que certamente nos traz desconforto, pois exige de nós mais do que uma opinião, e sim, um relacionamento verdadeiro com Cristo. A questão é: o que Jesus faria em meu lugar se estivesse vivendo nessa geração? Em sua trajetória pela Terra, Jesus soube lidar de forma admirável com inúmeras situações que nós, ainda hoje, temos dificuldades.


Uma das passagens que Jesus mais confronta a nossa religiosidade está em seu encontro com uma mulher adúltera, quando Ele afirma aos acusadores daquela mulher, “quem nunca pecou que atire a primeira pedra”. - Jo 8.7b. Imagina o quanto ela deve ter ficado surpresa com a resposta de Jesus. E nós hoje? O quanto temos conseguido surpreender a sociedade com nossas respostas?


Em nome de Cristo temos visto pessoas lutando pela honra da “igreja”, em detrimento da salvação do seu próximo. Temos sido os primeiro a atirar pedras, preferindo nos unir ao coro dos que gritam: apedreja! Pode ser mais cômodo estar no meio da maioria dos que camuflam seus pecados, e continuam sendo bem vistos no meio evangélico.


Como está escrito: “Não há nenhum justo, nem um sequer…pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus”. (Rm 3.10,23-24)


Essa reflexão não é para defender gregos, nem troianos. Tão pouco fazer apologia ao pecado, pelo contrário. Essa reflexão visa nos fazer encarar o espelho, e francamente nos perguntarmos: o quanto de Cristo há em minhas atitudes? Que evangelho tenho vivido? A forma como tenho tratado os que pensam diferente de mim, é a mesma que Jesus trataria?


Jesus não veio para passar a mão na cabeça de ninguém. Mas ele também não veio para apedrejar o que está caído. Ele mesmo garante que não veio condenar, mas veio salvar o mundo. É tempo de amar, de acolher, de abraçar... É tempo de curar e não de ferir.

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