Pare, pense e siga!

Sobre fazer escolhas durante a vida, há, em regra, três grandes grupos de pessoas: (a) o grupo das que primeiro fazem, sentem e depois pensam; (b) das que sentem primeiro, fazem e depois pensam e, por último, menos aderido, (c) das que primeiro pensam, em seguida sentem e depois fazem. Parece muito simples, e de fato é, mas a verdade é que a maioria das pessoas erra nas coisas simples e óbvias.


O primeiro grupo de pessoas são as impulsivas, que saem fazendo, tomando decisões desgovernadas, depois sentem o impacto destas decisões na sua vida, e só então param para pensar a respeito das escolhas que fizeram. Não sendo mais possível voltar atrás, é preciso encarar a colheita!


O segundo grupo se trata das pessoas dominadas pelas emoções. Conforme elas sentem, tomam suas decisões, e também só ao final param para pensar diante dos resultados negativos. O salmista Davi disse que a alma é como uma criança desmamada, a qual ele fez calar e sossegar. Na nossa alma estão as emoções, as quais oscilam conforme inúmeros fatores que interferem no nosso humor e vontade. O que queremos em um dia, não queremos mais em outro. Não podemos deixar com que as nossas emoções, tão volúveis, dirijam nossas vidas. Nossa alma precisa estar submetida ao nosso espírito, ao nosso entendimento.


E então chegamos a o último grupo, daqueles que entenderam a importância de tomar decisões sábias para evitar prejuízos, e não desperdiçar o precioso tempo da sua vida tendo que conviver com a colheita das escolhas erradas que fizeram. Esse seleto grupo de pessoas é bem-sucedido porque, antes de qualquer coisa, dedica tempo para pensar a respeito das decisões que precisa tomar.


A reflexão, levando em conta as experiências passadas, suas e dos outros, e o que já aprendeu ao longo da vida, é crucial nas escolhas a serem feitas, desde as mais simples até as mais decisivas. Na sequência, vem então o momento de refletir em como se sente em relação à escolha pensada.


Como cristãos, um sentimento importante a ter neste momento é a paz, mesmo que as circunstâncias digam o contrário, quando a paz de Deus está presente é algo que precisamos valorizar. Por fim, pode-se seguir em frente, porque a ação está bem fundamentada e, ainda que algo não saia como o esperado, os resultados foram calculados previamente, e se está consciente dos riscos assumidos.


O conselho então é: Pare, pense e, tendo paz, siga em frente!

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