C. S. Lewis

Quem foi:

Clive Staples Lewis, popularmente conhecido como C. S. Lewis, nasceu em 29 de novembro de 1898, em Belfast, Irlanda do Norte e seus pais se chamavam Albert e Florença Lewis. A mãe de Lewis faleceu em agosto de 1908 e seu pai em setembro de 1929. A educação formal desse homem começou aos seus dez anos já na Inglaterra.


Aos 19 anos o jovem Lewis se tornou oficial do exército inglês. Entre suas muitas formações como literatura grega e latina, filosofia e história antiga, língua e literatura inglesa, a formação de lógica sobressaiu na vida desse homem, pois era capaz de escrever textos e fazer discursos com coerência e exatidão de palavras, como bem percebemos em seus livros.


Suas principais obras literárias foram Cristianismo Puro e Simples, O Grande Abismo, etc. Lewis, como um grande autor, tinha de igual modo amigos de grande renome sendo um deles J. R. R. Tolkien, escritor da série de livros “O Senhor dos Anéis”. Com influência de seus amigos Lewis escreveu a tão conhecida série de livros “As Crônicas de Nárnia”.


Principais virtudes:

Clive Staples era um homem equilibrado, considerava-se um cristão comum e acima de tudo acreditava que a submissão à vontade de Deus é mais importante do que fazer grandes façanhas na oração. Ele aconselhava: “Não seja dramático em sua vida de oração”.


Lewis via o amor a Deus nos elevando até Ele, enquanto O contemplamos e o desejamos por Ele, em lugar de arrastar Deus para baixo, em nosso nível, como muitos, hoje em dia, tendem a fazer.


Principais dificuldades:

C. S. Lewis, um mestre da lógica, encontrou no racionalismo uma barreira ao desenvolvimento do seu cristianismo, muitas vezes querendo basear-se na lógica, e dando ouvidos a muitos de seus educadores, passou por fases de dúvida em relação à pessoa de Deus.


Lição prática:

Era um homem dotado de grande conhecimento, e com grande simpatia entre os acadêmicos, mas não arrogou ser melhor do que nem um outro cristão, antes encontrava-se na posição de servo, ao entregar tudo quanto possuía ao próximo. Buscava o equilíbrio para fazer as suas análises, não se tornando cego em um racionalismo profundo, nem se vendendo ao espiritualismo exagerado.


Tira dúvidas:

O próprio C. S. Lewis nunca permitiu que o cinema reproduzisse alguma de suas obras por acreditar que não seriam fiéis à sua mensagem. Mas com a permissão de seu filho adotivo, detentor dos direitos autorais, em 2005 foi lançado o primeiro filme da série “As Crônicas de Nárnia”.

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