As crianças são trabalhadas por fases

As crianças frequentam diariamente ambientes distintos, onde existem combinações e regras diferenciadas. Por exemplo, na escola todos devem guardar os brinquedos; todos se alimentam no mesmo horário e comem o que está disponibilizado, seguindo todos os mesmos processos.


Já em casa, o ambiente muda, os vínculos também se tornam diferentes e, consequentemente, os combinados são alterados, e sendo assim, a resposta da criança para os afazeres será diferente. Assim, surgem as fases que cada criança necessita passar, para compreender as mensagens transmitidas a ela, entre outras ações que acontecem durante suas relações.


Atitudes indiferentes das crianças com os membros de sua família, nessas fases, são comuns, pois ela tenta ser autônoma em suas decisões, apresentando afastamento das regras e combinados dos pais em casa ou outros ambientes frequentados juntos. Cada idade apresenta suas peculiaridades e transformações, não padronizadas.


Por isso, as comparações não devem ocorrer, por que cada criança tem a sua fase. As observações ocorrem com olhares diferentes, mas é a partir da teoria e bagagem que estes olhares têm que os auxílios e diálogos para com a criança irão surgir, e através deles os resultados.


O psicólogo e filósofo Jean Piaget relata em um de seus estudos que as habilidades no desenvolvimento infantil são caracterizados por marcos, nos quais certos comportamentos são esperados das crianças, a partir de uma idade. Desse modo, devemos estabelecer diálogos contínuos com as crianças, pois seu desenvolvimento necessita de estímulos para compreender o que pode ou não ser realizado por ela.


Por isso o documento de Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica relata que a parceria entre família e escola deve acontecer. Isso é necessário para o desenvolvimento das crianças no contexto geral, mantendo os combinados, tendo as mesmas falas e compartilhando as mudanças ocorrentes de uma fase para outra.


Estas fases citadas acima, não se referem somente as aprendizagens motoras, cognitivas, emocionais e entre outras, mas sim às chamadas “birras”, “contradições” que aparecem no meio dos percursos desenvolvidos pelos pais e também pelas professoras. Vê-se, que durante estes percursos as crianças atingem outros níveis e precisam reconhecer que o que foi assimilado necessita de ajuda para continuar a ser vivenciado, fazendo-os ter a compreensão de sua fase.

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