Afeto

A palavra afeto possui sua origem na palavra latina: afficere. Afficere, por sua vez, significa: afetar alguém, influir sobre algo. Isto é tão profundo, real e belo, que o próprio Deus – desde a origem da criação – ocupara-se em afetar, influir, o ser humano com o seu amor.


Deus, desde a Sua origem, revela-se ao ser humano; e, chegada a plenitude dos tempos (Cf. Gl 4.4), Deus envia o seu próprio Filho. A encarnação do Filho, Jesus Cristo, para reatar a nossa ligação filial e afetiva com o Pai e sermos salvos por Ele, é o mais profundo e significativo afeto que se pode compreender. Na revelação, Deus se entretém – alma do afeto – com o ser humano.


Desde tenra idade, para sermos desenvolvidos de forma ordenada e sadia, somos chamados a receber afeto de nossos pais e das demais pessoas que convivem conosco (amor afetivo). Também somos chamados a ser afetados (amor efetivo), pelas mesmas pessoas que nos rodeiam, a partir de exemplos, no que tange: valores, princípios, bons costumes, ética, evangelismo. Porém, nem sempre é assim, infelizmente!


Na vida, quando chamados a tomar nossa existência nas mãos, somos convocados à duas realidades: 1ª reproduzir toda a afetividade que recebemos, nos tornando fonte de cura para a vida das pessoas, pois o mundo carece de afetos sadios; 2ª abrirmo-nos para o recebimento do devido afeto, caso eu não tenha tido a graça de ter sido desenvolvido nesta dinâmica curativa do afeto. Porém, cuidado! O diabo não cria nada; ela mete as “guampas” naquilo que Deus criou para estragar.


Para dizer: cuidado para não confundir afeto por apego. No afeto eu dou-me a alguém; no apego, eu tomo alguém para ser, exclusivamente, minha posse. Outra realidade importantíssima: afetividade não requer sexualidade; porém, sexualidade requer – indispensavelmente – afetividade!


Para a verdadeira maturidade afetiva, deveremos crescer, cada vez mais, na intimidade com Deus, por meio da Sua Palavra. A Palavra é o próprio Deus – o Verbo (Verbum do latim, que significa: palavra) se fez carne e habitou entre nós (Jo 1.14). Cristo é o afeto da parte do Pai a nós.



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