Criatividade: habilidade essencial para o hoje e para o futuro

Uma pesquisa feita pela Nasa apontou que o pensamento criativo tende a diminuir com o passar do tempo. Enquanto 98% das crianças de até cinco anos de idade apresentam alto potencial para solucionar problemas de forma criativa, apenas 02% dos adultos de 25 anos mantém essa mesma característica.


Tal queda tão drástica pode ser explicada por diferentes fatores, tanto sociais quanto biológicos. Mas, um dos aspectos mais relevantes da capacidade criativa humana está intrinsecamente atrelado à educação. Ou melhor, à forma com que nos ensinaram a construir o conhecimento. Nesse sentido, as escolas têm um papel tão relevante quanto as famílias e a comunidade em geral.


Estimular a criatividade no cotidiano da sala de aula é um desafio, quando o currículo e a organização escolar não são pensados neste sentido. Mesmo assim, é possível trabalhar de forma que o processo de criação caminhe em paralelo ao conteúdo das disciplinas, favorecendo não só o aprendizado mas a busca por saídas diferentes.


Em um artigo da Escola da Inteligência, Augusto Cury seleciona 10 habilidades para o profissional do futuro propostas pela ONU, dentre estas elege a criatividade como um fator decisivo e comenta: “É importante deixar claro que, mesmo com toda a evolução robótica, as máquinas ainda não têm a capacidade criativa do ser humano. Portanto, se a criatividade já é considerada uma ferramenta essencial no mercado de trabalho hoje, nos próximos anos ela será uma habilidade imprescindível nas organizações”.


É possível tornar a criatividade uma prática em sala de aula. Para fazer com que a criatividade seja um elemento presente no dia a dia da sala de aula é necessária uma abordagem em duas frentes: em relação ao professor, que deve estar disposto a encontrar alternativas de ensino, e em relação ao aluno, que precisa estar sensível aos processos de criação.


Desta forma, a escola deve repensar seu papel enquanto formadora de opiniões, princípios e valores sociais, acrescentando conteúdos necessários ao desenvolvimento do potencial criador. O educador(a) em especial, deve construir espaços que estimulem a reflexão dos alunos, que os façam pensar novas possibilidades e descobrir a diversidade de recursos para solucionar as questões que lhe forem propostas.




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